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Lançado artigo sobre uma praga muito importante no país: o “brasileirinho”

Artigo sobre Diabrotica é atual, tem a participação de especialistas e trata sobre o controle biológico dessa importante praga.

 

O renomado pesquisador Guillermo Cabrera, da Argentina, reuniu outros importantes pesquisadores do mundo para organizar um texto importante sobre as vaquinhas do gênero Diabrotica.

Esse gênero possui mais de 400 espécies descritas, a maioria neotropical. No entanto, apenas três são consideradas pragas agrícolas: D. speciosa, D. balteata e D. viridula.

D. speciosa e D. balteata são polifágicos tanto na fase adulta quanto na fase larval. D. viridula são estenófagos durante o estágio larval, alimentando-se essencialmente de raízes de milho, e polifágicos quando adultos.

Adulto do brasileirinho morto pela ação do fungo Beauveria bassiana.

As larvas das três espécies são pragas do milho, mas as larvas de D. speciosa também se alimentam de batata e amendoim, enquanto as larvas de D. balteata de feijão e amendoim.

Nenhuma dessas espécies expressa diapausa de ovo no inverno ou na seca, exibindo várias gerações contínuas. Isso dificulta o uso da rotação de culturas, embora o plantio precoce possa ajudar nas regiões temperadas.

Os parasitoides de adultos, Celatoria bosqi e Centistes gasseni, não controlam muito bem as populações de Diabrotica e nem mostram potencial para programas de biocontrole futuros.

As opções de manejo são limitadas a aplicações de inseticidas e milho geneticamente modificado Bt.

Outras técnicas que vêm se destacando são os produtos que utilizam Beauveria bassiana e Heterorhabditis bacteriophora e plantas resistentes.

O tratamento de sementes com o fungo B. bassiana tem mostrado potencial de controle do brasileirinho na parte aérea por mais de um mês após a semeadura.

Os atrativos semioquímicos podem ser usados para monitoramento ou como iscas tóxicas.

 

Confiram o artigo integral sobre Diabrotica.

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